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30
MAI
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categoria:     tags: amanco gás, inovação, lançamentos amanco, gás

Sistema flexível facilita a instalação e garante mais praticidade e segurança na condução de gases.

A Amanco amplia seu portfólio com mais uma inovação tecnológica, a linha Amanco Gás. Indicada para distribuição de gás natural e liquefeito de petróleo em edificações, os tubos contam com multicamadas que permitem a condução de gás sem translocação do mesmo.


As multicamadas da tubulação Amanco Gás, em Pex-Alumínio-Pex, são compostas por uma combinação de plástico (polietileno reticulado) e alumínio, com conexões metálicas por prensagem radial, sistema já comprovado por sua qualidade em diversos países, proporcionando alta resistência à corrosão, menor perda de carga e mais segurança na condução do gás. Os tubos são flexíveis: minimizam o uso de muitas conexões por permitir a realização de curvas. Fornecidos em bobinas, podem ser cortados no tamanho desejado, reduzindo a perda de material em obras, além de diminuir o tempo de instalação e facilitar o transporte.


O processo de montagem do tubo na conexão é rápido, fácil e seguro e é feito por meio da ferramenta de compressão (crimpagem). Projetada para ter vida útil de 50 anos, a linha Amanco Gás é uma opção para quem busca atrelar durabilidade a qualidade.


A linha completa é composta por 24 produtos, sendo duas ferramentas (prensas). Todos os produtos estão disponíveis em diferentes diâmetros, para ramais e sub-ramais em sistemas prediais.


A linha Amanco Gás é certificada pela ISO17484.
“A Amanco Gás é mais uma linha da marca, já reconhecida no setor hidráulico, que confere, além de tecnologia e inovação, segurança para os projetos”, finaliza a gerente de Inovação e Produtos da Mexichem Brasil, Fabiana Castro.
 

Conheça mais sobre a linha Amanco Gás:
http://www.amanco.com.br/produtos/predial/gas/

 



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06
MAR
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categoria:     tags: amanco, mexichem, agricultura, economia de água, irrigação por gotejamento, irrigação, gotejamento, aspersão,

O sistema além de trazer economia pode ser facilmente executado.

 

A irrigação por gotejamento é um método que está crescendo em um ritmo muito acelerado no Brasil, se comparado com métodos de irrigação tradicionais, o sistema gera uma economia de até 50%.
Neste sistema a vazão de água é mais lenta e com isso facilita a absorção pelo solo, outra característica da irrigação por gotejamento é o fornecimento de água perto da base da planta, deixando a parte superior da folhagem seca e menos suscetível a fungos.
O sistema pode ser aplicado por qualquer produtor, seja grande médio ou pequeno, pois emprega pouca tecnologia, e é de fácil execução.

 

A Amanco possui soluções completas para irrigação por gotejamento, clique na imagem abaixo e confira: 

 

Para mais informações consulte o Catálogo da linha Amanco Irrigação:

 Catálogo IRRIGAÇÃO

 



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29
NOV
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categoria:     tags: amanco, água fria, hidráulico, produtos, cano, conexão, tubo, água quente, encanamento, instalação, construção, PEX, PPR, PVC

 

Tubos e conexões para água fria estão presentes em toda construção. Com a função de levar água fria até pontos de consumo ou descarga, eles compõem o sistema hidráulico de uma edificação. Na hora de construir ou reformar, é fundamental escolher produtos de qualidade e com as especificações corretas.

 

 

  

 

 

Linhas: Amanco PEX, Amanco PPR e Amanco PVC

Existem quatro materiais principais usados na fabricação de tubos e conexões para água fria: o cobre, o PEX (Polietileno Reticulado) – também suporte água quente, o PPR (Polipropileno Randômico), que suportam temperaturas de até 80°, e o PVC (Policloreto de Vinila), que suporta até 20°.

Para escolher o produto certo para a sua instalação hidráulica, é fundamental observar se ele possui a certificação do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). A empresa fornecedora também precisa seguir as normas técnicas de fabricação, garantindo a qualidade e confiabilidade do material.

Durante o processo de transporte, os tubos precisam ser amarrados e as conexões embaladas e ambos manuseados com cuidado, evitando trinca ou quebra dos itens. Na hora da instalação, dê preferência a profissionais homologados pela empresa que comercializa o produto. Isso evita desperdício de material e garante a qualidade do seu novo sistema hidráulico.  

Entre tubos para água quente ou fria, a principal diferença é a composição. Instalações hidráulicas para água quente possuem propriedades que garantem resistência a altas temperaturas. Estes sistemas podem operar com temperatura de até 70°C.

A Amanco desenvolve e comercializa tubos e conexões para instalações de água quente e fria com qualidade e inovação. Conheça as linhas: www.amanco.com.br/web/produtos/predial



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16
OUT
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categoria:     tags: Amanco, Biax, masterinstal, case amanco biax, tubulação, tubos, esgoto, água, pressão, infraestrutura

Para conferir o Case Completo Clique Aqui

Case Tubos Amanco Biax

Solução inovadora para transporte de água e esgoto sob pressão.

Com o objetivo de atuar numa fatia do mercado de infraestrutura, em um segmento dominado pelos tubos de Ferro Fundido com único fornecedor, surge um grande desafio: quebrar paradigmas para que as companhias de saneamento efetuem a especificação e utilização de um material alternativo.
Diante deste cenário, a Amanco inova mais uma vez e é a pioneira no Brasil a oferecer o que há de mais moderno em tubos plásticos para condução de água e esgoto em alta pressão nas redes de infraestrutura: os tubos Amanco Biax, produto este que irá competir diretamente com os tubos de Ferro Fundido em pressões de até 1,6 MPa (16 kgf/cm² - 160 m.c.a).

Amanco Biax vários benefícios, dos quais destacamos:
Resistência: suportando maior pressão hidrostática interna em comparação com os demais tubos plásticos;
Robustez: a excelente resistência aos impactos e ótima ductibilidade (capacidade plástica de deformação e resistência à pressão sem danos ao material) tornam o produto mais robusto;
Leveza dos tubos: facilidade de transporte, manuseio e instalação, dispensando equipamentos pesados. O quadro abaixo apresenta um comparativo de peso entre os tubos
Amanco Biax (PVC-O) e os tubos de Ferro Fundido (FoFo) na mesmas classe de pressão (1,6 MPa), onde se pode verificar a nítida diferença entre os dois sistemas:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Intercambiabilidade: os tubos Amanco Biax são intercambiáveis com sistemas em Ferro Fundido, devido à equivalência entre os diâmetros externos;
Flexibilidade: excelentes características incorporam aos tubos Amanco Biax a capacidade de se adaptarem ao traçado da rede, sem prejudicar sua estrutura, permitindo curvaturas de até 11º em trechos longos;
Solução sustentável: os tubos Amanco Biax significam economia considerável em energia consumida para sua fabricação, minimizando os impactos ao meio ambiente, conforme apresentado no gráfico abaixo, traduzindo-se em custo socioambiental;
 

Imagem demonstrando a facilidade de transporte e manuseio dos tubos Amanco Biax.

Colaboradores:
José Luiz Gallardo Delgado – Coordenador de Produtos
Flávio Baptista Castiglioni – Vendas Infraestrutura ES/RJ
Wladimir da Silva Matos – Vendas Infraestrutura SPI/MS

Para mais informações sobre o prêmio MasterInstal acesse:
http://www.premiomasterinstal.com.br/8edicao/home.asp

Conheça a Linha Amanco Biax
 



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04
OUT
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categoria:     tags: decoração, tubo PVC, reciclagem, sustentabilidade, reaproveitamento, mesa, espelho, poltrona, vaso, porta sapato

Presentes em obras e reformas, tubos de PVC são fundamentais para garantir a segurança de instalações elétricas e hidráulicas. Para reaproveitar o material, eles podem ser usados com criatividade para o desenvolvimento de móveis e elementos decorativos.

Confira 5 ideias para usar tubos na decoração e inspire-se para deixar seu lar com identidade e design inovadores.

 

 Móveis para a sala

O tubo de PVC pode servir como estrutura para uma poltrona e uma mesa de centro prática e bonita. Para criar o efeito, os tubos na cor cinza foram cortados em tamanhos variados e colados juntos, criando formas surpreendentes.

Para a poltrona, duas almofadas foram colocadas para garantir mais conforto ao sentar. Já na mesa, uma chapa de vidro plano foi fixada sobre os tubos mais altos, agregando sofisticação ao móvel.

 

Foto: BRC Designs/Divulgação - brcdesigns.com

 

 Luminária de escritório

Um tubo de PVC pode se tornar um objeto de design e iluminação em sua casa. Basta passar um fio de energia por ele e acoplar uma lâmpada em uma das extremidades.

Para criar uma luminária de formato inovador, ligue vários tubos, formando curvas e use um pedaço de garrafa PET cortada para direcionar a luz.

 


Foto: custommade.com

 

 Moldura para espelho

Para fazer uma moldura para fotografias, obras de arte ou espelhos, cole juntos os tubos de PVC cortados em fina espessura. Unidas, os pedaços podem assumir formato de flores e depois fixadas à parede.

 

Foto: www.designrulz.com

 

Sapateiro

Cortados em formato cilíndrico, tubos de PVC largos podem se transformar em um porta sapatos. Fixados um ao outros, eles assumem um aspecto de colmeia e, além de úteis, ajudam a decorar o quarto.

 

Foto: www.designrulz.com

 

Decoração de mesa

Os tubos têm lugar até na decoração de eventos! Basta decorá-los com fitas e retalhos de tecido e usá-los como suporte para flores.

Para deixar a mesa decorada ainda mais bonita, procure tubos de larguras e alturas diferentes.

 

Foto: www.designrulz.com



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04
OUT
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categoria:     tags: Amanco, água, projeto hydros, racionamento de água, consumo consciente, recursos hídricos, mudanças climáticas

Fonte: O Estado de S.Paulo - Washington Novaes


É cada vez mais frequente na sociedade a sensação de que as instituições das áreas de políticas públicas (Executivo e Legislativo - no Judiciário os problemas têm outros formatos) parecem sempre mais distantes da formulação de macropolíticas e projetos capazes de resolver nossos gravíssimos problemas sociais. Suas decisões ou são muito limitadas na abrangência ou atendem a interesses específicos dos formuladores e dos que os apoiam - não da sociedade nem da solução de graves carências que a afligem.
Ainda há poucos dias (28/9) este jornal publicou em várias páginas as gravíssimas consequências das alterações no clima do planeta enumeradas no novo relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, da ONU) e endossadas pela quase totalidade dos cientistas. Que consequências ou desdobramentos isso está tendo em nossas políticas internas? Que urgência está sendo dada às recomendações do IPCC, embora seu secretário-geral, Rajendra Pachauri, tenha dito que o mundo está "a cinco minutos da meia-noite"?


Não que nos faltem, internamente, informações capazes de fundamentar políticas adequadas. Ainda há poucas semanas, o próprio relatório de 345 cientistas do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas - no qual o governo federal está representado - afirmou que a temperatura no nosso Semiárido (que já passa pela maior seca em 50 anos) poderá aumentar de 3 a 4,5 graus Celsius até o fim do século, com de 40% a 50% menos de chuvas; na Amazônia poderão ser 6 graus mais; na Mata Atlântica do Sudeste poderá haver 30% mais de chuvas, no Cerrado, 40% menos. Vamos mudar algo? Estudo de grupo interdisciplinar de 26 pesquisadores da Unicamp alerta (1.º/10) que, ao contrário, a expansão da cana-de-açúcar no Centro-Oeste, em razão de vantagens econômicas de curto prazo, esconde problemas sociais e ambientais que "tendem a se agravar por causa de mudanças climáticas". A necessidade de irrigação intensa, principalmente, está levando a conflitos pelo uso de recursos hídricos cada vez mais escassos - quando o conveniente seria criar variedades mais resistentes às condições locais. Enquanto isso, as administrações públicas "parecem fascinadas demais pela riqueza fácil" trazida pela cultura.

 
Nessa área dos recursos hídricos, não é preciso trazer de novo os dramas do saneamento, com quase 90 milhões de pessoas no País sem ligação de suas casas a redes de esgotos, quase 15 milhões sem receber água tratada - e com todas as nossas bacias hidrográficas, da Bahia ao Sul, em "situação crítica", segundo a Agência Nacional de Águas, por causa do despejo de esgotos sem tratamento.
Mas não é só aqui. Na recente 23.ª Semana Mundial da Água, em Estocolmo, lembrou-se (2/9) que as insuficiências no abastecimento de água provocam 5 mil mortes diárias no mundo, quase 2 milhões por ano. Reunidos no seminário Water in the Anthropocene, em Bonn, 350 cientistas asseguraram (New Scientist, 1.º/6) que "em apenas uma ou duas gerações a maioria da população da Terra sofrerá com a falta de água de boa qualidade". Mais de metade dos rios e córregos dos Estados Unidos, diz a Agência de Proteção Ambiental desse país (16/4), já tem problemas graves de contaminação dos peixes, contaminação por bactérias fecais e nutrientes contidos em fertilizantes, que fazem proliferar algas, poluem com fósforo e nitratos. A cada ano, diz o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) que 100 milhões de toneladas de nitrogênio usadas nas lavouras chegam aos oceanos. O respeitado Thomas Friedman (The New York Times) contou neste jornal (Estado, 10/5) que ao visitar o Iêmen encontrou uma cidade na região de montanhas (Taiz) onde as pessoas só podem usar as torneiras de suas casas por 36 horas a cada 30 dias, no restante do tempo têm de pagar por água transportada em caminhões que a comercializam.

 

A gravidade progressiva dos conflitos por água já está à vista. O volume de água necessário para produzir energia dobrará no mundo em 15 anos, segundo a Agência Internacional de Energia (O Globo, 31/3). Enquanto isso, já chegamos à perda de 50% das áreas úmidas no planeta, com o avanço da exploração agropecuária, industrial e urbana. E ainda precisaríamos aumentar o consumo de água para irrigação, de 70% do total atual para 90%, com o aumento da população. Como? No Fórum Mundial da Água, em junho, em Foz do Iguaçu, o brasileiro Benedito Braga, seu presidente, enfatizou que o Nordeste do Brasil "já precisa armazenar água". E foi ao ponto central abordado no início deste texto: "Soluções técnicas nós temos; mas a questão é política; e necessita de recursos financeiros".
Enquanto não chegamos às macropolíticas e à conjugação de projetos, vamos com ações isoladas. São Paulo lança pacote de barragens e diques urbanos, mas continuamos com centenas de milhares de pessoas morando em áreas de preservação obrigatória às margens de reservatórios para abastecimento. Enquanto se vai buscar mais água a dezenas de quilômetros de distância e a custos altíssimos, outras tantas pessoas vivem em áreas de risco, sujeitas a deslizamentos, desmoronamentos. Não se consegue evitar que dezenas de afluentes do Tietê, sepultados sob o asfalto, levem para o rio mais lixo e sedimentos; e ele tem mais de cem quilômetros de suas águas sob um mar de espuma, que o transforma no rio mais poluído do País, embora a nascente, em Salesópolis, continue a fornecer água potável (Estado, 22/9).
Aonde teremos de chegar? Todos os dias discutimos o crescimento ou recuo do produto interno bruto, o avanço ou decréscimo da dívida pública, o progresso ou retrocesso deste ou daquele setor econômico, mais ou menos empregos - mas sem discutir o que está na base física de tudo: os recursos naturais (que não são infinitos). Será preciso enfrentarmos racionamentos, penúrias? Não teremos competência para formular políticas adequadas?

 

** Todas as fotos foram retiradas do Projeto Hydros - www.projetohydros.com - Foto1:Arnold Robert; Foto2: Carmen Abdo; Foto3: Maria Torres Solanot **
 

 


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20
SET
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categoria:     tags: material de construção, varejo, vendas, mercado, reforma, Pesquisa IBOPE

 Fonte: Diário Comércio Indústria & Serviços – 19.SET.13

As perspectivas para o varejo de material de construção são positivas em 2013. Segundo estimativa do IBOPE Inteligência, o setor irá disputar um mercado potencial de R$ 119,2 bilhões. O número vem como confirmação do crescimento de 153% alcançado pelo setor entre 2007 e o início deste ano.

O resultado acima da média tem duas principais razões. A primeira é o crescimento da oferta de crédito para o setor imobiliário, visando à redução do déficit habitacional do país. Aliado a esse fator, aconteceu o segundo motivo: o aumento da renda dos brasileiros, que elevou o número de compras de imóveis e o número de reformas, alavancando o setor.

Ainda de acordo com o IBOPE Inteligência, a classe B (25% do total de domicílios urbanos no Brasil) é o segmento da população que mais consome materiais para construção. Estas famílias, que têm renda média mensal de R$ 3.900, são responsáveis por 41% do faturamento do setor, cerca de R$ 49 bilhões anuais.

Este quadro evidencia muitos desafios e possibilidades para o mercado. Segundo a diretora de geonegócios do IBOPE Inteligência, Márcia Sola, longe das grandes capitais, o setor é dominado por pequenas empresas, que, em sua maioria, operam na informalidade. Para expandir-se por outras regiões, é necessário forte investimento na formalização nos comércios de materiais para construção.



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16
JUL
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categoria:     tags: irrigação, seca, tecnologia, água, israel, amanco

Clique para ampliar imagem


 

Fonte: Folha de S. Paulo- 13/07/2013



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22
ABR
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categoria:     tags: irrigação, agricultura irrigada, produtividade, agrícola

Atualmente, 5,5 milhões de hectares produtivos são irrigados no Brasil
O Brasil possui hoje cerca de 30 milhões de hectares com potencial para irrigação, distribuídos de norte a sul do país. Por isso, investir na agricultura irrigada aumenta os ganhos em produtividade e pode fazer o país despontar como uma potência mundial na produção agrícola sustentável.

O Ministério da Integração Nacional, por meio da Secretaria Nacional de Irrigação (Senir), tem investido no aperfeiçoamento e na ampliação da área irrigada no Brasil. Entre as iniciativas desenvolvidas está o Programa Mais Irrigação , que prevê investimentos de R$ 10 bilhões, em recursos federais e parcerias com a iniciativa privada, para aumentar a eficiência das áreas irrigáveis e incentivar a criação de polos de desenvolvimento.

Em outra frente, o ministério tem incentivado os Estados a elaborar Planos Diretores de Irrigação , com indicadores, metas e prioridades para a agricultura irrigada. Esse é um instrumento estratégico para a política pública voltada para o setor. Com a nova Política Nacional de Irrigação , aprovada este ano, o governo federal estabeleceu ainda novas estratégias para o desenvolvimento da agricultura irrigada, visando ao aumento da produtividade, de forma sustentável, e a redução de riscos climáticos.

Para o Secretário Nacional de Irrigação , Guilherme Orair, o uso das técnicas de irrigação pode aumentar a produtividade da lavoura, contribuindo para a preservação dos biomas brasileiros, na medida em que se reduz a demanda pela expansão da fronteira agrícola.

– A irrigação pode trazer ao produtor rural ganhos de produtividade muito elevados. Para algumas culturas, este índice pode chegar a 300% – destaca o secretário.

De acordo com o último Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2006, as possibilidades da agricultura irrigada estão em todas as regiões. Na região Norte, por exemplo, 14,6 milhões de hectares apresentam as condições para o desenvolvimento de atividades agropecuárias que podem utilizar técnicas de irrigação. Já no Centro-Oeste são 4,9 milhões de hectares disponíveis. São mais 4,5 milhões de hectares no Sul, 4,2 milhões de hectares no Sudeste e 1,3 milhão de hectares no Nordeste.

Atualmente, segundo dados da Agência Nacional de Águas, são 5,5 milhões de hectares irrigados no país. As culturas com mais áreas irrigadas são cana-de-açúcar (1,7 milhão de hectares); arroz em casca (1,1 milhão de hectares); soja (624 mil hectares); milho em grão (559 mil hectares) e o feijão de cor (195 mil hectares). O estado que concentra a maior área de lavouras irrigadas é o Rio Grande do Sul, com 984 mil hectares. Em seguida, estão São Paulo (770 mil hectares), Minas Gerais (525 mil hectares), Bahia (299 mil hectares) e Goiás (270 mil hectares).

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL

 

Fonte: Canal Rural - RS - AGRICULTURA - 21/04/2013



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03
ABR
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categoria:     tags: Varejo, Vendas, Material de Construção



Fonte: Diário do Grande ABC - Sto. André - 03/04/2013 pág: 7

 




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