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categoria:     tags: norma, desempenho construção civil, boletim soluções técnicas amanco

As normas estabelecem os parâmetros mínimos de qualidade. Segundo os especialistas, as empresas da construção civil que quiserem se destacar no mercado, devem superar esses padrões.

 

Com a elaboração e atualização das normas que buscam garantir a qualidade das edificações no Brasil, como a de Desempenho (NBR 15575), Manutenção (NBR 5674), Manual (NBR 14037) e Reforma (NBR 16280), tem sido realizados inúmeros debates sobre suas aplicações e impactos no setor da construção civil.

O seminário Norma de Desempenho, realizado recentemente pelo Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (IBAPE/SP), reuniu vários especialistas para discutir o assunto.

“Muitos profissionais acham que cumprir o que está estabelecido nas normas é o máximo que se pode fazer e, na verdade, é o mínimo. O mercado ainda enxerga a Norma de Desempenho, por exemplo, como um ônus e não como uma oportunidade de diferencial para as empresas”, declarou o diretor técnico da Tecnisa, Fábio Villas Boas.

Outro tema tratado durante o evento foi a manutenção das edificações. Segundo os especialistas, há um problema cultural nesse sentido, no Brasil, pois se atribui muito valor à manutenção de automóveis, por exemplo, mas são ignoradas ações preventivas nos imóveis, que são bens mais importantes, caros e duráveis.

“É inviável e economicamente inaceitável, também do ponto de vista ambiental, o desprezo pela atividade de manutenção. Segundo a Norma, as ações devem ser postas em prática tão logo a edificação seja colocada em uso”, destacou o engenheiro civil Octavio Galvão Neto, que coordena a Câmara de Perícias do IBAPE/SP.

A necessidade de maior capacitação técnica das empresas que atuam com manutenção em edificações e a falta de manuais de uso e operação adequados aos diversos públicos (síndicos, proprietários e profissionais) também foram discutidas. O artigo 12 do Código de Defesa do Consumidor estabelece que o construtor responde, independentemente de culpa, por danos resultantes de informações insuficientes ou inadequadas.

Portanto, não basta fornecer a informação, é preciso pensar na forma como ela é passada ao público-alvo. “Precisamos ensinar as pessoas a usarem os imóveis da maneira correta, assim como a realização da manutenção adequada”, destacou o pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Ércio Tomaz.

 

 

 



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categoria:     tags: drones, tecnologia, construção civil, boletim amanco, boletim soluções técnicas

Os drones começam a ser utilizados na construção civil tanto para estudar os terrenos para a implantação de novos empreendimentos, quanto para a venda e, posteriormente, o acompanhamento das obras pelos compradores dos imóveis. As regras para o uso dos aparelhos devem ser definidas em breve pela Anac.

Os drones, pequenos veículos aéreos não tripulados, operados por meio de controle por rádio, cruzam o céu das cidades e das lavouras para realizar tarefas variadas, como fotografar, filmar, entregar mercadorias e monitorar ambientes.

Na construção civil a tecnologia está sendo utilizada como uma nova ferramenta para auxiliar nas vendas imobiliárias. Além disso, o drone permite ao comprador de um imóvel na planta monitorar o andamento da obra e de sua unidade, como já acontece, por exemplo, em Curitiba (PR).

As fotos e vídeos aéreos dos empreendimentos em construção são publicados no site das incorporadoras e atualizados periodicamente. Dessa forma, o comprador pode visualizar o entorno do edifício e conferir cada andar com bastante fidelidade.

Em uma etapa anterior, as incorporadoras estão utilizando drones para pesquisar terrenos e estudar o seu potencial para a construção de empreendimentos imobiliários. As imagens permitem ainda estudar aspectos técnicos, como a insolação do local em cada horário, que irão impactar diretamente no projeto de arquitetura e na definição da implantação das unidades.

Antigamente, a venda de um imóvel era realizada a partir de uma planta baixa ou perspectiva de uma fachada. Atualmente, somam-se ao esforço de venda o tour virtual e o apartamento decorado. Agora, o drone produz imagens reais e atualizadas da obra.

Inovação

Considerado uma das maiores inovações dos últimos tempos, o drone demanda investimentos a partir de US$ 2,5 mil (cerca de R$ 5,2 mil). Alguns modelos chegam a custar muito mais, dependendo das atividades a que se destinam, como auxiliar órgãos de segurança pública, produzir fotografias aéreas, monitorar as lavouras e inspecionar áreas para fins comerciais. Cerca de dez empresas brasileiras - a maioria localizada no estado de São Paulo - fabricam os aparelhos.

Regulamentação do uso
A primeira regulamentação federal sobre o uso de drones para fins particulares e comerciais está sendo elaborada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Segundo estudos da agência, deverá ser autorizada a circulação de equipamentos com até 25 kg em lugares públicos e até 120 metros de altitude. Em um raio de cinco quilômetros do local de voo, não poderá haver aeroportos.

Em Curitiba, o crescente uso dessa tecnologia levou a prefeitura a incluir o assunto nos debates do novo plano diretor da cidade. Até março de 2015, a capital paranaense terá uma lei municipal para regulamentar a operação dos aparelhos, considerando três pontos principais: o uso do espaço aéreo; a gestão de risco, em decorrência do uso; e a questão da privacidade para divulgação de fotos e vídeos.

Enquanto isso, nos Estados Unidos, a Federal Aviation Administration (FAA), está preparando as regras para disciplinar esse mercado. Alguns delas serão bastante rígidas, mas se aplicam apenas à utilização comercial dos drones, como a obrigatoriedade de licença de piloto convencional para operar os equipamentos. Por lá, os drones só poderão voar durante o dia, a uma altitude máxima de 400 pés (cerca de 121 metros) e jamais ficar fora da vista de seu controlador. A regra valerá para aparelhos com câmera, com até 24 quilos.

 

 

 

 

 



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categoria:     tags: água, boletim amanco, boletim soluções técnicas,

Veja como seis cidades no mundo enfrentam a escassez de água e o que se aplica à São Paulo. Entre as causas comuns para o problema estão a falta de chuva; o desperdício, tanto na rede de distribuição, quanto nas instalações domésticas; e o mal uso da água.

No ano em que o Sudeste brasileiro enfrenta a pior escassez hídrica de sua história, a BBC Brasil elencou as experiências de seis cidades de outros países que buscam soluções para a crise no abastecimento de água, provocada pela falta de chuva; desperdício, causado por vazamentos na rede de distribuição; mal uso; ou tudo isso junto. O objetivo é identificar, com a ajuda do Instituto Socioambiental (ISA), quais medidas são viáveis para São Paulo.

Mananciais protegidos

Proteger seus mananciais foi a estratégia certeira de uma das maiores cidades do mundo, Nova York, para aumentar em algumas décadas a vida útil de sua fonte de abastecimento. Nos anos 1990, o governo adquiriu terras nas nascentes para proteger a vegetação e garantir a alimentação dos lençóis freáticos; preveniu a poluição dos mananciais; e, com ajuda financeira, envolveu a comunidade rural da região na preservação ambiental. Com isso, as autoridades ainda reduziram gastos com tratamento de água e com a busca de outras fontes.

Em outra frente, o programa contemplou campanhas pelo uso racional da água. Resultado: o consumo diário por pessoa passou de 204,1 galões (em 1991) para 125,8 galões (em 2009). A consultora em recursos hídricos do ISA, Marussia Whately, sustenta que este conjunto de ações é a opção mais adequada para São Paulo, ou seja, cuidar dos recursos disponíveis, em vez de investir em obras.

Transposição

Com 21% da população mundial, a China tem apenas 6% da água potável do planeta. Diversos rios secaram devido a secas prolongadas, crescimento populacional, poluição e expansão industrial. Para garantir o abastecimento na capital, Pequim, um projeto de US$ 60 bilhões vai redirecionar rios do sul para o norte, movendo bilhões de metros cúbicos de água ao longo de 2,5 mil quilômetros de canais.

Em São Paulo, ao custo de R$ 500 milhões, o governador Geraldo Alckmin quer interligar o Sistema Cantareira à bacia do rio Paraíba do Sul (que é a principal fonte de abastecimento do estado do Rio de Janeiro). A Agência Nacional de Águas (ANA) considera viável. Para a consultora do ISA, no entanto, São Paulo deveria, primeiro, cuidar da água que tem disponível, ou seja, pensar na gestão de perdas, consumo e degradação das fontes atuais.

Dessalinização

Perth, a metrópole mais seca da Austrália, construiu duas grandes estações para retirar o sal da água coletada no Oceano Índico e torná-la potável. Com isso, conseguiu garantir metade do abastecimento da cidade, mas as contas de água dobraram nos últimos anos.

Além disso, por dez anos, Perth tratou a água já usada pela população e a injetou nos aquíferos subterrâneos, onde ela é filtrada naturalmente pelo solo arenoso. Depois, é extraída para ser consumida pela população ou usada para irrigação. A meta, agora, é obter 7 bilhões de litros por ano dessa forma.

Em São Paulo, a dessalinização não seria viável por não ser uma cidade litorânea. Além disso, o Brasil tem abundância de água doce. Ao mesmo tempo, o governo paulista anunciou planos de construir uma Estação de Produção de Água de Reúso na zona sul de São Paulo.

Campanha bem sucedida

Quando a seca deixou milhões de espanhóis temporariamente sem água nos anos 1990, a cidade de Zaragoza, com 700 mil habitantes, no norte da Espanha, fez um enorme esforço para por fim à cultura de desperdício, apontado pela Comissão Europeia como um problema ainda maior no país do que a falta de chuvas.

O governo local deu incentivos para a compra de chuveiros, vasos sanitários, torneiras e máquinas de lavar louça mais eficientes, elevando as vendas desses itens em 15%. Também promoveu o uso racional da água em espaços públicos e evitou os vazamentos no sistema de distribuição. Como resultado, dois terços das casas da cidade passaram a praticar medidas efetivas de economia de água (antes da campanha, era um terço), levando a uma economia de mais de um 1 bilhão de litros água em 1997.

Para o ISA, esta solução é viável e necessária em São Paulo. Somente a instalação de hidrômetros individuais (em vez de coletivos) nos edifícios, por meio de incentivos, traria uma economia brutal de água, assim como a construção de cisternas e sistemas individuais de reúso da água.

Aquíferos

A Cidade do México poderá não ter água suficiente a partir de 2030, segundo as autoridades locais. Os principais motivos são a grande concentração populacional, esgotamento dos rios, tratamento insuficiente da água devolvida ao solo e, a exemplo de outras cidades, o desperdício e o mal uso da água.

O governo está perfurando poços em busca de fontes subterrâneas de água e avaliando a qualidade para o consumo, mas só será possível saber a viabilidade dos aquíferos em 2016. Um dos problemas é que o custo da perfuração a 2 quilômetros de profundidade é muito maior do que próxima à superfície.

No Brasil, a água subterrânea já é utilizada em várias cidades, mas é considerada uma importante reserva para o futuro. De acordo com o Instituto Socioambiental, nossos aquíferos precisam ser melhor estudados e mais bem cuidados. Os agrotóxicos, por exemplo, podem contaminá-los.

Guerra ao desperdício

Com 450 mil habitantes, a comunidade carente Khayelitsha, a 20 km da Cidade do Cabo, na África do Sul, desperdiçava o equivalente a uma piscina olímpica por hora em vazamentos, no início dos anos 2000. O principal motivo é que os encanamentos domésticos não resistiam à pressão da água proveniente da rede pública de abastecimento. Isso também levava à inadimplência, pois o desperdício encarecia as contas, dificultando o pagamento, sobretudo pelas famílias pobres.

Com um investimento inferior a US$ 1 milhão, a partir de 2001, o governo local reformou os encanamentos domésticos ruins e reduziu a pressão da água. O projeto se pagou em apenas seis meses. Isso somado a uma campanha para reduzir o consumo, resultou em uma economia de 9 milhões de metros cúbicos de água por ano, equivalente a US$ 5 milhões.

Em São Paulo, quase um terço da água é perdida pelo caminho até chegar ao consumidor, o que equivale a todo o volume do Guarapiranga e Alto Tietê juntos. Para o Instituto Socioambiental, seria necessário mapear, com a ajuda das prefeituras, áreas onde há grandes perdas de água e identificar os motivos e saná-los.

 


 



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categoria:     tags: feiras, cronograma de feiras, inovação, eventos, construção civil, amanco

 


 FEVEREIRO

  • World of Concrete

Data: 3 a 6 de fevereiro
Local: Las Vegas, Estados Unidos
Site: www.worldofconcrete.com
O que você vai ver: tecnologias para construção em alvenaria e equipamentos para produção e transporte de concreto.


MARÇO

  • Expo Revestir 2015

Data: 3 a 6 de março
Local: Transamérica Expo Center, São Paulo, SP
Site: www.exporevestir.com.br
O que você vai ver: lançamentos e tendências em revestimentos, principalmente porcelanato, madeira, laminados e pastilhas, além de louças, metais, cubas, rodapés, etc.

  • Feicon Batimat

Data: 10 a 14 de março
Local: Pavilhão de Exposição do Anhembi, em São Paulo
Site: www.feicon.com.br
O que você vai ver: tudo para fundação e construção, além de sistemas de automação e segurança, revestimentos, tintas, louças, metais, entre muitos outros produtos.

  • Construmat

Data: 18 a 22 de março
Local: Barcelona, Espanha
Site: www.construmat.com.br
O que você vai ver: materiais para construção leve, estruturas, fachadas, telhados, metais, revestimentos, pintura, etc.


JUNHO

  • Construir Minas 2015

Data: 24 a 27 de junho
Local: Expominas, Belo Horizonte, MG
Site: www.construirminas.com.br
O que você vai ver: ferramentas, equipamentos e produtos para construção e acabamento.


AGOSTO

  • Construsul – 18ª Feira Internacional da Construção

Data: 5 a 8 de agosto
Local: FENAC, Novo Hamburgo, RS
Site: www.feiraconstrusul.com.br
O que você vai ver: ferramentas, equipamentos e produtos para construção e acabamento. Simultaneamente, acontece a Expomáquinas, com as novidades em equipamentos pesados para construção.

  • Greenbuilding Brasil 2015

Data: 11 a 13 de agosto
Local:Transamerica Expo Center, São Paulo, SP
Site: www.expogbcbrasil.org.br
O que você vai ver: conferências, além de exposição de equipamentos e serviços voltados para a construção sustentável.

  • Construir Rio 2015

Data: 19 a 22 de agosto
Local: Riocentro, Rio de Janeiro, RJ
Site: www.construirrio.com.br
O que você vai ver: tudo para construção e acabamento.

  • Concrete Show

Data: 26 a 28 de Agosto
Local: Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo
Site: www.concreteshow.com.br
O que você vai ver: soluções para terraplanagem, canteiros de obras e projetos estruturais, além de tecnologias de ponta para a cadeia produtiva do concreto, serviços e acabamento.


SETEMBRO

  • Cersaie

Data: 28 de setembro a 2 de outubro
Local: Bolonha, Itália
Site: www.cersaie.it
O que você vai ver: cerâmicas e revestimentos, tecnologias, móveis equipamentos e acessórios para o banho.


OUTUBRO

  • Feicon Batimat Nordeste 2015

Data: 21 a 23 de outubro
Local: Centro de Convenções de Pernambuco, Recife, PE
Site: http://www.feiconne.com.br
O que você vai ver: equipamentos, ferramentas, soluções e produtos para construção e acabamento.

  • Intercon

Data: 21 a 24 de outubro
Local: Expoville, Joinville, SC
Site: http://www.feiraintercon.com.br
O que você vai ver: soluções e produtos para a construção civil, como automação, aquecedores, iluminação, esquadrias, acessórios, entre outros.


NOVEMBRO

  • Batimat

Data: 2 a 6 de novembro
Local: Paris, França
Site: www.batimat.com
O que você vai encontrar: novidades relacionadas ao setor da construção, como estruturas, impermeabilização, isolamento, tratamento sanitário, acabamento e decoração.

 



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JUL
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categoria:     tags: amanco, ultratemp, fire, resitencia, calor, tubos e conexões, combate incêndio

A Amanco, marca comercial da Mexichem (www.mexichem.com.br), grupo líder mundial em tubos e conexões, complementa seu mix de produtos para o setor hidráulico com a linha Amanco UltratempFire, solução para alimentação de água em sistemas de proteção e combate a incêndios por chuveiros automáticos (sprinklers).

A linha é composta de tubos e conexões em CPVC nas dimensões ¾”, 1” 1 ¼”, 1 ½”, 2”, 2 ½” e 3” e é indicada para redes de tubulações permanentes em locais como hospitais, livrarias, museus, casas de repouso, escritórios, hotéis, residências, igrejas, clubes, escolas, teatros, auditórios, sótãos, entre outros, onde há risco leve de incêndio. Sua instalação é fácil e rápida, uma vez que a junta é feita com adesivo plástico, dispensando ferramentas e mão de obra especializada.

Resistência ao calor

Os produtos possuem o composto Blazemaster, referência no setor, que garante a necessária resistência das peças ao calor, permitindo que mesmo em meio a um incêndio, o tubo se mantenha íntegro para conduzir água aos chuveiros automáticos que combatem o fogo. Os itens são leves, o que facilita seu manuseio e armazenagem.

“A linha Amanco UltratempFire é mais uma inovação da marca, que confere praticidade aos projetos de combate a incêndio, com baixo custo e instalação facilitada em relação aos sistemas tradicionais”, completa Fabiana Castro, gerente de Produtos e Inovação da Mexichem Brasil.

Os produtos atendem à norma brasileira NBR 10897 - Proteção contra incêndio por chuveiro automático e possui certificação ANSI/UL 1821 – Thermoplastic Sprinkler PipeandFittings for FireProtection Service. Mais informações podem ser obtidas pelo site http://www.amanco.com.br/produtos/predial/incendio/.


 



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categoria:     tags: feiras, cronograma de feiras, inovação, eventos, construção civil

 

Greenbuilding Brasil 2014
5 a 7 de agosto (8h30 às 18h30)
Transamerica Expo Center, São Paulo, SP
www.expogbcbrasil.org.br


Construir Minas 2014

6 a 7 de agosto (13h às 22h)
Expominas, Belo Horizonte, MG
www.construirminas.com.br


Construsul – 17ª Feira Internacional da Construção

De 6 a 9 de agosto (14h às 21h)
FENAC, Novo Hamburgo, RS
www.feiraconstrusul.com.br


Concrete Show South America
27 de agosto (13h às 20h); 28 e 29 de agosto (10h às 20h)
Centro de Exposições Imigrantes, São Paulo, SP
www.concreteshow.com.br

Feitintas - 9ª Feira da Indústria de Tintas e Vernizes e Produtos Correlatos
10 a 13 de setembro (de quarta-feira à sexta, das 14h às 20h; sábado, das 11h às 19h)
Centro de Exposições Imigrantes
www.feitintas.com.br


Construir Rio 2014

1 a 4 de outubro (13h às 21h)
Riocentro, Rio de Janeiro, RJ
www.construirrio.com.br


Feicon Batimat Nordeste 2014

22 a 24 de outubro (16h às 22h)
Centro de Convenções de Pernambuco, Recife, PE
http://www.feiconne.com.br
 


 

 

 

 

 

 



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30
JUL
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categoria:     tags: construção civil, amanco, salários,


Os profissionais da construção civil tiveram os salários mais valorizados entre todas as categorias profissionais no Brasil, nos últimos quatro anos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento aponta que a renda dos trabalhadores do setor superou a dos profissionais do comércio e de outros serviços, como transporte e limpeza urbana.

Para se ter uma ideia, entre abril de 2010 e abril de 2014, a renda média do trabalhador desse setor passou de R$ 1.140 para R$ 1.864. Um mestre de obras com experiência e conhecimento, por exemplo, chega a ganhar até 15 salários mínimos, ou quase R$ 11 mil.

Os grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo, realizada entre junho e julho deste ano, e as Olimpíadas, previstas para 2016 no Rio de Janeiro, além da economia aquecida dos últimos anos, resultaram em uma grande demanda por mão de obra no setor da construção civil. O resultado é que há mais trabalho do que gente para trabalhar.

Engenheiros em alta

A valorização dos profissionais que trabalham na construção civil ocorreu em todos os níveis hierárquicos. Para se ter uma ideia, no Estado de São Paulo, os salários dos engenheiros acumularam uma alta de 4,93% no primeiro semestre de 2014, puxando para cima os índices mensais do Custo Unitário Básico da construção civil.

Calculado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o CUB é o índice oficial que reflete a variação dos custos do setor para ser aplicado nos reajustes dos contratos de obras.


 

 

 

 

 

 



 
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